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quarta-feira, 23 de novembro de 2022

QUAL É A MENSAGEM QUE SEU MODO DE VESTIR COMUNICA?

 


Há algum tempo, escrevi sobre a influência que a roupa tem nas graças que recebemos ao participar da santa missa, pois a forma que nos vestimos nos ajuda na conscientização do que estamos prestes a fazer: testemunhar o sacrifício que Jesus fez no Calvário para nos salvar. Quanto mais conscientes estamos, maior é a nossa disposição para receber as graças que Deus quer nos enviar por participar da santa missa (artigo completo aqui)

Mas e nos outros lugares? Em casa, no trabalho, no lazer? Devemos nos preocupar com a forma de nos vestir? É importante entender que a nossa roupa comunica uma mensagem. Dependendo da forma que nos vestimos, a mensagem muda. Assim, é sempre relevante pensar em que tipo de mensagem queremos passar para as pessoas que nos encontrarem quando estamos vestidos de determinada forma.

Cada roupa uma mensagem

Uma pessoa que está vestida de maneira elegante, transmite uma mensagem de respeito e seriedade. Uma pessoa que está vestida de forma desleixada, transmite uma mensagem de irresponsabilidade, de inconstância, de insegurança. Como seres humanos nos comunicamos com todos os cinco sentidos e para que a mensagem seja corretamente entendida pelo outro, é preciso coerência. O nosso discurso, aquilo que falamos, tem que ser harmônico com a forma que nos vestimos e a maneira que nos movimentamos, os gestos que fazemos com nosso corpo.

Vestir-se bem, de uma maneira adequada, não significa usar roupas de marca, caras, ou estar sempre de terno e gravata ou vestido e salto alto. É perfeitamente possível estar bem-vestido e de maneira confortável e casual. A forma de se vestir vai depender do estilo pessoal de cada um e o lugar ou ocasião.

Vestir-se bem dentro de casa

O local que normalmente não nos preocupamos muito com a forma que estamos vestidos é dentro de casa. Precisamos lembrar que dentro de casa estão as pessoas que mais amamos, aqueles que são mais importantes em nossa vida. Assim, eles são os que mais merecem nos verem trajados de uma maneira que possa transmitir todo nosso amor e respeito que temos por eles e não uma mensagem de pouco caso ou desleixo.

A beleza é o refúgio do bem e o esplendor da verdade. Então, se queremos proporcionar aos nossos filhos ou às pessoas que convivem conosco um ambiente em que possam sentir de alguma forma alguns traços do nosso Criador, que é o Bom, o Belo e o Verdadeiro, é essencial que nossa aparência seja agradável e bela. Não importa quais são suas características físicas, é sempre possível vestir-se e se apresentar de uma forma bonita.

Efeitos de uma boa aparência

A consultora de imagem Paula Serman ensina sobre os efeitos de uma boa aparência:

- “Quando nos arrumamos, vestimos nossa armadura para enfrentar as batalhas da vida. Vestir-se de adequadamente é próprio de uma pessoa madura e comprometida com a vida;

- Vestir-se de forma adequada para os diferentes compromissos, nos ajuda a organizar nosso dia mentalmente, nos instala em nossa realidade. E quando estamos desanimadas e vemos no espelho uma imagem bonita, ganhamos ânimo e força;

- Nossa imagem transmite disponibilidade para servir, eleva o tom humano e dá categoria ao ambiente”

Meu testemunho

Desde 2005 sou mãe em tempo integral, então a maior parte do meu tempo eu passo dentro de casa. Mas só há alguns anos que entendi a importância de me vestir bem e de usar maquiagem (leve) para passar esse tempo com as pessoas que mais amo. Percebi que minha disposição melhorou muito, que meus filhos têm mais respeito e principalmente que meu marido ficou muito mais feliz por ver que eu me arrumo especialmente por causa dele. É uma das formas que encontrei de demonstrar meu amor por ele e nosso relacionamento ficou ainda melhor. Assim convido vocês a fazerem essa experiência!


crédito da foto: Photo by Marina Abrosimova on Unsplash


terça-feira, 3 de julho de 2018

FALTA DE PUDOR X ATEÍSMO

O que a falta de pudor tem a ver com o ateísmo? Trataremos neste post a íntima relação existente entre a falta de pudor e a falta de fé, conforme explicado por Ada Simoncini, no livro “O pudor”, da Ed. Quadrante.

O pudor é a tendência natural de defender o domínio sobre aquilo que é mais meu, da minha intimidade. Apesar de ser instintivo, a pessoa pode desenvolver um senso maior ou menor do pudor, conforme vai educando sua inteligência e vontade.

O pudor existe para proteger a intimidade. O que há de mais íntimo no ser humano é a sua sexualidade, pois é através dela que o homem se entrega totalmente à sua mulher e vice versa, podendo através desse ato conceber uma nova alma imortal, a sua descendência. Como a sexualidade é o que de mais íntimo, mais pessoal, que se pode entregar ao outro, deve ser guardada pelo pudor, para evitar que a pessoa se sinta usada e seja descartada.

Apesar de estar mais relacionado com a sexualidade, o pudor deve estar presente em toda situação humana e manifestar-se de forma adequada. Existem recantos na nossa alma que só pertencem a Deus e precisamos cuidar de protege-los de uma exposição desnecessária e até maléfica. Dessa forma, agir com pudor é agir com recato, com discrição, com o devido cuidado de não mostrar aquilo que é mais seu.

Justamente por estar relacionado com a intimidade da pessoa, é que a falta de pudor pode conduzir ao ateísmo. A pessoa que expõe seu corpo e consequentemente sua alma, sem se importar quem estará vendo ou tendo acesso a sua intimidade, passa a não ter nada de íntimo, nada de seu, pois tudo já foi exibido, colocado a mostra. E o encontro com Deus realiza-se sempre no próprio núcleo da intimidade pessoal; não tendo intimidade, não há encontro com o divino.

A falta de pudor causa “um empobrecimento da vida interior, tornando-se cada vez mais difícil a relação com Deus – que, ao contrário, deve ser sempre mais íntima, sempre personalíssima. De resto, ao perder-se o pudor, perdem-se também os bons costumes e, como é sabido, quando a conduta não se adapta à fé, vai minando-a até elimina-la por completo.”

Ao contrário do alardeado por nossa cultura, o pudor não é uma repressão. Muito pelo contrário. O pudor conduz a uma plena liberdade, pois só quem é capaz de guardar sua intimidade, tem condições de livremente se entregar em um relacionamento de amor. Abdicando do pudor, a pessoa fecha as portas ao amor, pois este só é capaz de desenvolver-se num ato, num momento ou num clima de intimidade. O corpo (e também a pessoa a quem este corpo pertence) transforma-se em coisa de ninguém pela própria circunstancia de ser coisa de todos. O que não é misterioso não é capaz de oferecer um interesse duradouro.

A mulher tem uma grande responsabilidade na educação para o pudor. O corpo feminino encanta e seduz os homens, mas também foi feito para gerar e nutrir uma nova vida. Desta forma, cabe à mulher se portar de tal forma que os homens sejam conduzidos a desejar muito mais do que usar o corpo dela para seu próprio prazer, mas queiram se unir a ela para gerar sua descendência. Esse é um poder extraordinário que foi colocado nas mãos das mulheres e que hoje em dia, infelizmente, elas estão jogando no lixo.

“São as mães que tem acima de tudo o dever de educar os filhos e as filhas no sentido do pudor, de modo a consolidar neles esta formidável defesa da intimidade, que é também condição indispensável para o enriquecimento interior e para a abertura aos valores mais altos de uma vida autenticamente humana e cristã.”

O pudor, como qualquer virtude, baseia-se sobretudo em pequenas coisas, que merecem nosso cuidado. Existem partes do corpo que, se mostradas, podem despertar o desejo sexual no outro, assim, até que exista um relacionamento esponsal, devem ser guardadas dos olhares dos outros. E mesmo depois de casados, o corpo de um cônjuge deve ser mostrado exclusivamente ao outro e não ser exposto ao olhar de todos.

Não se trata apenas no cuidado com as roupas, mas também com o modo de falar e de se comportar. O pudor não está em conflito com a elegância, antes é exigido por ela. O pudor é a afirmação da supremacia do espírito, a exaltação da personalidade humana, que nos diferencia dos animais e nos torna capazes de escolher o bem, mesmo que nos custe sacrifícios.



photo credit: L'art au présent <a href="http://www.flickr.com/photos/144232185@N03/29616047514">VIGÉE-LE BRUN Elisabeth,1792 - Julie Le Brun, en Baigneuse - 0</a> via <a href="http://photopin.com">photopin</a> <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.0/">(license)</a>

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

A MODÉSTIA AINDA É NECESSÁRIA?


Vivemos num mundo onde o corpo é supervalorizado e muito exposto, tudo gira em torno da aparência. Homens e mulheres passam horas na academia definindo os músculos, se sacrificam com diferentes tipos de dietas, as clínicas de cirurgias plásticas estão cada vez mais movimentadas, tudo para ter o “corpo perfeito”. E claro, se gastam tanto tempo, energia e dinheiro para ter esse corpo, “precisam” exibi-lo para ser admirado.

Assim, falar em modéstia parece uma coisa ultrapassada, sem sentido, afinal todo mundo quer mostrar o corpo, sem qualquer restrição. Mas enfim, para que serve a modéstia? Qual o problema de “mostrar o que é bonito”?

Bom, a origem do problema vem lá do pecado original. Antes de pecarem, Adão e Eva estavam nus e não havia vergonha e nem necessidade de pudor. Seus instintos estavam perfeitamente ordenados e um olhava para o outro desejando apenas o bem do outro, amar e fazer o outro feliz. Com a desordem causada pelo pecado, a concupiscência entrou na história, e o olhar tornou-se a porta do desejo de usar o outro para seu próprio prazer.

Então, a fim de evitar despertar o desejo no outro de me usar, eu devo cobrir adequadamente o meu corpo, afinal nascemos para amar e sermos amados, e não usar e sermos usados. Quem usa e é usado certamente sente prazer, porém, no fundo, sente um vazio que não consegue explicar, uma sensação de que não serve para nada, que não é amado, que é apenas uma coisa sem valor. E aí entra no ciclo vicioso de procurar cuidar mais do corpo, para aparecer mais bonito, para então ser mais valorizado. Só que o verdadeiro valor não vem de fora, mas sim de dentro, da alma, do que a pessoa realmente é, do que ela pensa, do que ela sente.

Quanto mais se expõe o corpo, mais se esconde a alma. E nossa cultura precisa voltar a valorizar o que realmente é importante: o ser humano integral, corpo, alma, inteligência e afetos. Aqui a mulher tem uma responsabilidade enorme.  

O homem se excita mais com a visão e a mulher se excita mais com a audição. Sabendo disso, a mulher deve cuidar do modo com o qual se veste, para não despertar no homem o desejo de usá-la. Ela pode querer ser admirada (toda mulher tem esse instinto de querer atrair), porém, deve conduzir o olhar do homem para a beleza de sua alma e não apenas para seu corpo. Um conselho muito útil quando a mulher se arruma é se perguntar: com essa roupa vou chamar mais atenção para o meu corpo ou para o que eu tenho a dizer?

É uma questão de amor ao próximo, de caridade mesmo. Usar roupas muito curtas, transparentes, decotadas, mesmo que a mulher não tenha nenhuma intenção errada (e muitas realmente não tem), pode levar um homem a pecar. E seremos responsabilizadas por esse pecado!

O homem, nesse aspecto, precisa aprender a arte de desviar o olhar. É difícil, porque para quase todo lado tem uma mulher mostrando mais do que deve. Mas é preciso tentar, olhar para o outro lado (ou até para cima!), mudar o canal da TV, fechar a página da internet. Quanto mais evitar olhar, mais íntegro, mais puro se tornará. E a pureza atrai.

A modéstia serve para enobrecer, elevar a natureza, realçar a dignidade que todo ser humano tem. Assim, abrange não apenas a forma com que me visto, mas também minhas palavras e gestos, os lugares que frequento, como eu me divirto. Não adianta nada estar elegantemente vestido e quando abre a boca, só usa palavras de baixo calão, sensuais ou grosseiras.

Comportar-se com modéstia não significa que precisamos parecer uma pessoa vinda do século XVIII. A modéstia tem relação com a moda, com a época em que vivemos. Mas precisamos ser capazes de ir contra as modas “anticristãs” e adaptar o modo de vestir de acordo com a cultura onde vivemos. O modo como nos vestimos revela a mensagem que queremos passar para os outros. E a nossa mensagem, como cristãos, deve ser sempre uma mensagem de amor e preocupação com os demais.

Para quem está começando a se interessar por esse tema e procurando se vestir com modéstia, a dica é não desistir, procurar sites de moda modesta para ter uma ideia do que mais combina com você e continuar trilhando esse caminho, apesar das críticas que poderá receber. E saber que o exterior influi no interior e vice-versa: tanto se vestir modestamente torna uma pessoa modesta, como uma pessoa modesta se veste modestamente.

Terminamos com algumas orientações do Pe. Paulo Ricardo sobre esse tema: “Com efeito, o uso das roupas pode ser abusivo ou excessivo de três maneiras, a saber: 1.º) por excessiva solicitude, quando se gasta demasiado tempo, atenção ou dinheiro na procura por roupas e ornamentos elegantes; 2.º) por vaidade, quando se procura tão-somente atrair olhares e a admiração alheia; e 3.º) por lascívia, se o fim desejado é estimular a imaginação e a sensualidade de terceiros. Pode-se pecar também por defeito, e isto de dois modos: 1.º) se, por negligência, despreza-se a ordem e o cuidado devido ao corpo e a decência com que convém seja apresentado às pessoas; e 2.º) por vanglória, se o desalinho e a pobreza das roupas servem de pretexto para simular uma humildade falsa e hipócrita. Todos estes vícios podem ser combatidos se, ao nos vestirmos, tivermos em mente a humildade, a simplicidade e a justa diligência devidas ao cuidado externo, porque, ainda que simples e discretas, nossas roupas têm de ser limpas e minimamente bem cuidadas: "Conserva", recomenda São Francisco de Sales, "um asseio esmerado, Filotéia, e nada permitas em ti rasgado ou desarranjado. É um desprezo das pessoas com quem se convive andar no meio delas com roupas que as podem desgostar; mas guarda-te cuidadosamente das vaidades e afetações, das curiosidades e das modas levianas.”

photo credit: *ry* <a href="http://www.flickr.com/photos/32726536@N05/24130218356">Kate</a> via <a href="http://photopin.com">photopin</a> <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.0/">(license)</a>

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

INVESTINDO EM MODÉSTIA, INVESTINDO EM SUA FILHA

O post de hoje foi escrito por Jennifer Fitz e publicado no blog CatholicMom.com no dia 06.10.14. Vocês podem acessar o original em inglês através do link http://catholicmom.com/2014/10/06/investing-in-modesty-investing-in-your-daughter/

Minha filha mais velha está no ensino fundamental e como a maioria das pré-adolescentes e adolescentes, moda, beleza e se adequar com suas amigas são importantes para ela. No que diz respeito a estilo, ela não é uma mini-mãe. Então deixe-me chocá-lo: eu absolutamente amo fazer compras com ela. 

Eu não estou sendo sarcástica. Outro dia tivemos uma hora livre no centro, só nós duas, e nós gastamos aquela hora explorando as lojas locais, experimentando roupas e até pegamos algumas coisas que absolutamente amamos. Foi o ponto alto da minha semana.

Isto parece um sonho impossível? Não deveria. 

Estabeleça Critérios
Uma das razões pelas quais nós não discutimos sobre roupas e que desde há muito tempo nós concordamos com nossos critérios. Modéstia tem sido um tópico sobre a mesa desde que minha filha era uma menininha. Educar dizendo "Qualquer coisa que você achar certo" é um abandono do dever. Nossas filhas tem pais precisamente porque elas precisam de pessoas que as ajudem a aprender a fazer boas escolhas - pessoas que as amem profundamente, e que tem experiência de vida que as meninas ainda não tem.
Pessoas podem discutir se a modéstia está na mente ou na maneira de vestir - porém é uma discussão tola. Não é ou isso ou aquilo; é isso e aquilo. Seres humanos são tanto corpo como alma, então a modéstia diz respeito tanto ao corpo como a alma.
Nossas filhas precisam saber as razões por trás de se vestir com modéstia e se comportar com modéstia, e algumas orientações práticas sobre o que funciona e o que não funciona. Se você não entender a importância de sua dignidade como mulher, as "regras" não tem significado. Porque você tem que se vestir todas as manhãs, você precisa tomar decisões concretas sobre o que você irá ou não vestir.
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Gastar o Dinheiro
Quando diz respeito a lidar com valores importantes, as ações falam mais alto que as palavras. Nós tomamos a decisão quando nossa filha mostrou seu primeiro interesse em sua aparência (muito, muito, cedo) que nós apoiaríamos nossa retórica com o dinheiro duro.
Não importa qual seja o seu orçamento. Se você está vivendo com coisas de segunda mão e poucas extravagâncias naquela loja econômica, funcionará. A mensagem não é "você gasta muito dinheiro para estar na moda". A mensagem é: "eu estou disposta a separar uma quantia razoável do meu orçamento, e meu tempo e esforço, para ajudar você a encontrar roupas que combinem com você."
Porque nossa filha é uma "fashionista", isto significa que para nós na maioria dos anos ela ganha um cartão no Natal que vale uma ida ao shopping e este é seu maior presente. É a época no ano em que ela pode escolher coisas divertidas para incrementar seu guarda-roupas. Parte do presente é o acordo é que gastaremos tempo nas araras das promoções depois do Natal para ajudá-la a esticar seu crédito o máximo que puder.
Entenda a Diferença entre Moda e Estilo
Você pode se vestir modestamente e ainda estar na moda? Não se a moda for excessivamente justa ou que revela muito o corpo. Mas você certamente pode se vestir com estilo.
Como você cultiva um senso de estilo pessoal duradouro? A primeira vez que minha filha se apaixonou por uma saia horrível e brega eu tive que tomar uma decisão: Quem seria a polícia do estilo? Eu decidi que enquanto não fosse completamente inapropriado, eu não iria questionar seus gostos.
Por mais que eu me encolha frente as suas escolhas, eu não me arrependo nem por um minuto desta política. Ela aprendeu que ela, não algum comitê de aprovação, quem era o árbitro da forma que seu "look" deveria ser. Como pré-adolescente ou adolescente, que traduz em confiança vestir o que ela ama, mesmo se não for o que as outras meninas simplesmente tem que ter este ano. Ao ter liberdade para experimentar looks diferentes sem ninguém dizer “Oh yuck!” para suas escolhas, ela desenvolveu um estilo que combina com sua personalidade e revela o melhor de quem ela é.

Cerque-se de Pessoas Positivas
Quando vejo uma menina ou mulher que sente a necessidade de colocar seu corpo a mostra para o público em geral, eu praticamente estou olhando para alguém com zero de autoconfiança. Se ela tivesse confiança em seu valor e dignidade, ela não sentiria a necessidade de se confirmar por virar as cabeças usando roupas curtas e provocantes. Quando jovens mulheres sentem a necessidade de servilmente seguir cada tendência, é a mesma insegurança que está agindo.

Nada mata mais a autoconfiança de uma menina do que ser bombardeada com críticas. (…)

O que isso tem a ver com modéstia? Se você quer que sua filha seja confiante em quem ela é e em seu valor, você deve ensiná-la a como escolher sabiamente seus amigos e como nutrir relacionamentos saudáveis.

Sim, isto é um outro investimento. Significa estar disposta a dirigir ao outro lado da cidade para passar tempo com um bom amigo em uma localidade inconveniente.Significar gastar tempo ouvindo sua filha falar sobre seus amigos - tanto os jovens como adultos em sua vida - e ajudá-la a descobrir como colocar limites e como saber a diferença entre peculiaridades comuns e comportamento não saudável. Significa ter o bom senso para estar ao seu lado quando ela precisar terminar um mau relacionamento e então ajudá-la a substituir o vácuo emocional com novos amigos e interesses. 
Sua Filha Precisa Saber que Ela é Bonita
Sua filha é bonita. Dizer isso a ela não vai deixá-la vaidosa. Vaidade é um pecado de insegurança, uma ênfase indevida exclusiva na aparência exterior. Sua filha precisa ouvir de você, sempre de novo, todas as maneiras que ela é bonita, o que não tem nada a ver de como ela se parece com uma super model. Ela precisa que provem a ela que da forma que você sorri para ela, da forma que você respeita seu tempo, talentos e gostos, e na forma que você gosta de fazer as coisas com ela, ouvindo a ela e vendo o que ela fará em seguida. Cultivar a arte de ser completamente cativada pela criatura maravilhosa que ela é, então ela saberá que ela é bonita.

Você não Pode Renunciar Aquilo que Nunca Possuiu
Nós, como pais cristãos, arriscamos colocar nossas filhas na trilha para o mundanismo com toda essa atenção para roupas e moda? Uma filha bem vestida hoje significa uma vida de dissipação amanhã? Certamente se você fizer da aparência exterior seu valor mais alto e negligenciar o desenvolvimento espiritual, intelectual, emocional e criativo de sua filha, isto será o caso.
E os grandes santos?
Haverá um tempo em que muitos de nós somos chamados a deixar de lado o que é razoável em um estado da vida, para perseguir um bem maior encontrado em outro estado. Mas não existe "deixar de lado" se não temos nada para deixar. Não podemos falar de "sacrifício" até termos algo bom que será difícil para nós desistir dele. A virtude dos santos não vem de indiferença em relação a sua aparência. A santidade de uma mulher  não é medida por quanto ela não gosta de fazer compras, ou quão mal ela se veste. Ao invés, a santidade é medida em sua vontade de seguir ao chamado de Deus onde ele levar, na moda e fora ela. 
crédito das fotos:https://www.facebook.com/media/set/?set=a.513255405463627.1073741828.513244408798060&type=3 e https://www.facebook.com/ModestiaJovem