Mostrando postagens com marcador confissão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador confissão. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de outubro de 2023

ONDE SUA RAIZ ESTÁ PLANTADA?

 



A função da raiz numa planta é fixá-la no solo e absorver água e outros nutrientes, sendo essencial para a vida da planta. A raiz fica normalmente escondida embaixo da terra e quanto maior é a árvore, mais profunda está sua raiz.

O ser humano também cultiva sua raiz, não de forma biológica como as plantas, mas de forma espiritual, emocional, intelectual. Nós também precisamos de nossas raízes para nos estabelecermos na vida e nos abastecermos para enfrentarmos as diferentes dificuldades que a vida nos traz. Então a questão é: onde a sua raiz está plantada? Onde está o alicerce da sua vida, o local de onde você retira os nutrientes para sustentar seu espírito e produzir fruto?

O primeiro local onde começamos a crescer nossas raízes é no seio de nossa família. O amor e o cuidado que recebemos durante os anos de infância estimula o crescimento e o fortalecimento de nossa vida espiritual e emocional. Se tivemos algum tipo de trauma ou negligência nesses primeiros anos de nossa vida, nossas raízes já ficam prejudicadas. Mas sempre é possível replantá-las num lugar onde possam crescer e nos ajudar a dar fruto.

Nos anos da adolescência, onde começamos a refletir sobre quem somos e o que queremos ser, ficamos desorientados e corremos o risco de fixarmos nossas raízes em solo pedregoso, aquele da busca do prazer e da satisfação imediata. Quem tem raiz em solo desse tipo, não suporta a menor adversidade: o sol forte pode queimar e um vento mais forte pode arrancar.

O único solo onde estaremos verdadeiramente seguros e de onde podemos extrair os nutrientes necessários para termos uma vida emocional e espiritual saudável e fecunda é o amor de Deus. Saber que somos infinitamente amados, que fomos desejados, que temos uma missão para cumprir, que devemos dar frutos de amor, de justiça, de paz, de misericórdia. Isso tudo se torna verdade quando nossas raízes estão fixadas no amor infinito do Pai.

Mas como transplantar nossas raízes para esse solo fecundo? O primeiro passo é o querer, é o desejo de estar enraizado em Deus. Depois precisamos nos livrar de todo pecado grave, através do sacramento da Reconciliação. Lutar para permanecer em estado de graça, mas se cair, levantar-se e correr para os braços misericordiosos do Pai que nos espera no confessionário. Fortalecer esse desejo de estar no Pai através da eucaristia, o mais frequente que pudermos. Quanto mais recebermos Jesus que está realmente presente na sagrada Eucaristia, mais nos enraizaremos no amor do Pai.

E por fim, a oração, o contato direto do nosso coração com o coração do Pai. Rezar é conversar com Deus, da mesma forma que conversamos com quem amamos. Com simplicidade, com intimidade, com reverência e profunda gratidão. Deus é uma pessoa que está constantemente tentando entrar em contato conosco, através das coisas, da natureza, das pessoas e dos acontecimentos diários de nossa vida. Se pararmos para prestar atenção, é possível perceber esses sinais e responder esse chamado de amor com nossa oração.

Peçamos ao nosso anjo da guarda, a criatura que mais nos ama nesse mundo, com amor totalmente incondicional que só quer a nossa salvação, que nos ajude a aprofundarmos nossas raízes no amor do Pai, para que cresçamos fortes e produzamos abundantes frutos. 


Foto de Jeremy Bishop na Unsplash

quinta-feira, 8 de abril de 2021

JESUS CAMINHAVA COM ELES, MAS NÃO O RECONHECERAM


Shaojie on Unsplash 

"Nesse mesmo dia, dois discípulos caminhavam para uma aldeia chamada Emaús, distante de Jerusalém sessenta estádios. Iam falando um com o outro de tudo o que se tinha passado. Enquanto iam conversando e discorrendo entre si, o mesmo Jesus aproximou-se deles e caminhava com eles. Mas os olhos estavam-lhes como que vendados e não o reconheceram." (Lc 24, 13-16)

Esse é o trecho que dá início à passagem bíblica dos discípulos de Emaús, narrando uma das aparições de Jesus depois da ressurreição. O que eu gostaria de destacar desse trecho foi comentado por um sacerdote numa homilia e diz respeito justamente ao fato de os discípulos estarem discutindo e não reconhecerem Jesus.

Isso acontece frequentemente em nossas vidas. Andamos preocupados, são muitas tarefas para realizar, decisões para tomar, conversamos com um e com outro e não percebemos que Jesus está ali, ao nosso lado, querendo nos ajudar e só esperando uma oportunidade para falar conosco, para mostrar sua presença.

Mas como podemos reconhecer a presença de Jesus em nossa vida cotidiana? O primeiro passo é a busca frequente dos sacramentos da Confissão e da Eucaristia. A Igreja nos ensina que Jesus está presente realmente, com seu corpo, sangue, alma e divindade na Sagrada Eucaristia e, quando comungamos, ele se torna uma só carne conosco. Se permitirmos e se pedirmos, ele aos poucos vai transformando nossa vida a partir de dentro do nosso coração. Para quem ainda tem alguma dúvida da presença real de Jesus na Eucaristia, eu sugiro que pesquisem sobre os vários milagres eucarísticos acontecidos ao longo dos séculos, em especial o milagre eucarístico de Lanciano, na Itália, onde, por misericórdia e para aumentar a nossa fé, Jesus mostrou que ali, na hóstia consagrada, estão presentes carne e sangue humanos. Um site interessante sobre esse tema foi elaborado pelo Beato Carlo Acutis e aqui está o link.

A Confissão é outro sacramento onde nos encontramos diretamente com Jesus, que está ali, “disfarçado” de sacerdote e deseja perdoar nossos pecados, lavar a nossa culpa e nos deixar mais leves para seguir nosso caminho rumo ao Céu. Assim, a Confissão e a Eucaristia são os primeiros locais onde podemos nos encontrar frequentemente com Jesus e pedir sua graça para nos orientar em nossas decisões do dia a dia.

Além dos sacramentos, devemos procurar Jesus em nossa vida diária, através do exercício da meditação, que nos ajuda a perceber onde e como ele se comunica conosco em nosso dia a dia. Ao percebemos o quanto Deus se esforça para se fazer presente na nossa vida, o quanto ele cuida, com muito amor de cada um de nós, nosso amor por ele cresce e dá frutos. Assim, o objetivo da meditação não é conhecer mais, mas AMAR mais.

Deus está sempre tentando se comunicar conosco, mas muitas vezes não conseguimos escutar a sua voz. Ele nos fala através dos acontecimentos, não só na nossa própria vida, mas todos os acontecimentos da história, no mundo inteiro. Ele deseja que sejamos seus cooperadores livres para construir a história conosco. Devemos buscar interpretar esses sinais através dos quais Deus nos fala. Guiados pela luz da fé, devemos tentar entendê-los, aprendendo a distinguir sua voz.

Assim, precisamos nos conscientizar da importância de fazer nossa meditação diária, esse momento de encontro com o Deus da minha vida. Para começar, pode ser apenas 15 minutos, onde nos conectamos com Deus através da oração, pedindo ao Espírito Santo e ao nosso anjo da guarda que nos ajude a ver e entender o que Deus quer falar conosco naquele dia. Escolhemos um acontecimento daquele dia ou do dia anterior e nos perguntamos: o que Deus quis falar para mim com esse acontecimento? O que eu digo a mim mesmo? O que respondo a Deus?

Essa atitude simples pode transformar a sua vida. Você pode anotar em um caderno as respostas diárias a essas perguntas simples e, depois de um tempo, ler novamente para agradecer todas as maravilhas que Deus opera em sua vida e que estavam passando desapercebidas. E, como um “bônus”, verá que tomar decisões no mundo material ficará muito mais fácil depois de ter um relacionamento mais íntimo com o mundo sobrenatural.

Viver dessa forma, consciente da presença amorosa e atuante de Jesus em nossas vidas, nos transformará em pessoas mais pacientes, mais amorosas, mais atentas às necessidades dos outros, pois Jesus também está presente no meu irmão. “Todas as vezes que fizestes isso a um destes mais pequenos, que são meus irmãos, foi a mim que o fizestes!” (Mt 25,40)

Peçamos a Jesus que caminhe sempre conosco e que possamos sentir sua ação em nossa história.

terça-feira, 5 de novembro de 2019

OS PILARES PARA A NOSSA SALVAÇÃO

Não há nada mais importante em nossa vida do que cuidar da salvação de nossa alma. Sabemos que tudo nessa vida passa e que só a nossa alma é eterna, então cuidar do lugar onde passaremos a eternidade deve ser nossa prioridade.

O Céu pode ser definido como uma união completa com Deus, nosso Criador, que é Amor. Então, para um dia estarmos unidos ao Amor, precisamos procurar, ainda aqui nessa vida, um pouco dessa união. Para isso, a Igreja, nossa Mãe e que deseja que todos os seus filhos sejam salvos, oferece todos os meios necessários para que isso seja possível.

Além dos requisitos essenciais (ser batizado e ter fé), existem três pilares sobre os quais a nossa salvação se sustenta: a oração, a confissão e a eucaristia. Sem eles, a união total com o Amor na eternidade é muito difícil, ou praticamente impossível.

A oração é o diálogo pessoal com Deus. Não é possível passar a eternidade com uma pessoa com quem nunca conversamos, ou falamos muito pouco, ou ainda só falamos quando precisamos de alguma coisa. Para nos unirmos a Deus, precisamos procurar conhecê-lo, ver sua atuação em nossa vida e para isso que serve a oração. Existem muitas formas de rezar, mas a mais propícia para esse encontro com o Deus da minha vida é a oração meditativa.

São várias as técnicas para uma boa meditação e a vida dos santos está repleta delas. A que sugiro aqui é uma ensinada pelo Pe. José Kentenich, fundador do Movimento Apostólico de Schoenstatt. Ele ensina que devemos saborear os acontecimentos da nossa vida, tentando enxergar a mão de Deus em cada coisa que nos acontece, tanto as boas como as que não são agradáveis.

Para isso, precisamos reservar algum tempo do nosso dia (no mínimo 15 minutos) onde nos colocamos em um lugar calmo, pedimos ao Espírito Santo que nos ilumine e nos ajude a encontrar com o Pai e escolhemos um acontecimento do dia anterior para meditarmos. Em vista desse fato, fazemos três perguntas: 1) O que Deus quer me dizer com isso? 2) o que eu digo a mim mesmo? 3) O que respondo a Deus?

A resposta a essas perguntas nos ajuda a enxergar a divina providência em nossa vida. O objetivo principal da meditação é conhecer para amar. Se conseguimos ver Deus por trás desses acontecimentos, vemos como Ele cuida de nós com amor infinito e assim, conseguimos também responder a esse amor. Só ama quem se sente primeiro amado. E Deus nos amou primeiro!

Outro pilar para a nossa salvação é o sacramento da confissão. O pecado nos afasta de Deus, pois escolhemos a satisfação de um desejo que nos faz mal, ao invés de permanecermos fiéis aos ensinamentos de nosso Pai. Assim, a confissão nos reconcilia com Deus, retoma o estado de amizade que o pecado havia desfeito. Devemos recorrer a esse sacramento com a maior frequência possível, mesmo que não tenhamos pecado gravemente, pois ele também nos ajuda a crescer em santidade, nos dando forças para resistirmos às tentações.

Por fim temos o mais importante, o mais sublime ato de amor que Deus poderia ter feito: a eucaristia. Na Sagrada Comunhão Deus se dá a si mesmo como alimento, para se unir a nós e se tornar uma só carne conosco! Nossa inteligência é muito limitada para entender a grandeza da eucaristia e nossa fé também é muito fraca. Quem realmente tem um pequeno vislumbre dessa maravilha, não quer passar um dia sequer sem receber Jesus Eucarístico.

Receber a eucaristia é já possuir o Céu aqui na terra. É unir-se a Jesus da maneira mais perfeita possível que podemos ainda nesse mundo. Durante os cerca de quinze minutos que a sagrada espécie está em nosso corpo, mesmo que nossos sentidos não percebam, somos um com Deus, como seremos um dia na eternidade. “Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo.” (Mt 28,20). A forma pela qual Jesus cumpre essa promessa é através da sua Real Presença do Santíssimo Sacramento.

Assim, para chegarmos um dia ao Céu, precisamos buscar incessantemente a santidade, que consiste basicamente em aprendermos a amar para podermos nos unir ao Amor. Para isso, precisamos, pouco a pouco, acabar com o nosso egoísmo que nos aprisiona em nossos desejos, buscando uma maior vinculação a Deus, procurando amá-lo cada dia mais e provando nosso amor saindo de nós mesmos para nos entregar ao serviço do outro.

photo credit: Tom Van de Peer <a href="http://www.flickr.com/photos/110112922@N02/40175277705">Laon Cathedral France</a> via <a href="http://photopin.com">photopin</a> <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nd/2.0/">(license)</a>

segunda-feira, 3 de abril de 2017

A CONFISSÃO E A INTELIGENCIA


O fim da Quaresma se aproxima e com ele a reflexão do quanto conseguimos aproveitar esse tempo de jejum, esmola e oração para uma aproximação maior de Deus, nosso Pai, que nos ama infinitamente e quer passar a eternidade conosco.

É mandamento da Igreja Católica também devemos procurar a confissão sacramental ao menos uma vez no ano, por ocasião da Páscoa. Mas qual a razão de confessarmos? Realmente isso ainda é necessário hoje em dia?

O pecado é uma ofensa a Deus e uma ruptura da comunhão com ele, pois escolhemos seguir nossos desejos muitas vezes desordenados, do que sermos fiéis aos ensinamentos de Deus, que tem apenas um objetivo: a nossa salvação. Assim, ao buscarmos o sacramento da confissão, arrependidos de nossos erros, nos reconciliamos com Deus e com os irmãos, recuperando o estado de graça que recebemos em nosso Batismo.

Toda vez que cometemos um pecado mortal precisamos buscar o quanto antes a confissão. “É pecado mortal todo pecado que tem como objeto uma matéria grave (contra os 10 mandamentos), e que é cometido com plena consciência e deliberadamente” (CIC 1857).

Mas também os pecados veniais, aquelas falhas que cometemos quase que diariamente, por egoísmo e falta de caridade, devem ser confessados. Não porque rompem nossa amizade com Deus, mas porque seu acúmulo, com o tempo, podem levar a um pecado mortal.

E aqui vem a relação que Santo Tomás de Aquino faz entre a confissão e nossa inteligência. Santo Tomás é um dos grandes Doutores da Igreja e é conhecido por sua inteligência apuradíssima e sua capacidade intelectual quase que sobre humana. Ele ensina que quando estamos em estado de graça, enxergamos coisas que não conseguíamos ver antes, nossa inteligência se abre.

Eu sou testemunha dessa enorme graça que recebemos quando nos confessamos regularmente. Desde jovem tinha o costume de confessar uma vez por mês e esse costume se manteve durante os anos, com algumas oscilações dependendo da fase de minha vida.

Porém, há cerca de seis meses, passei a procurar esse sacramento quinzenalmente. Percebi um enorme crescimento em minha vida espiritual, em minha proximidade com Deus e uma grande facilidade em entender as coisas, em dar conselhos, em enxergar por trás dos acontecimentos a Divina Providência e ainda em escrever (que é uma parte importante em meu apostolado). Parece que deu um “click” em minha mente e agora vejo as coisas de outra perspectiva.

Já me perguntaram se o que estou fazendo não seria apenas uma direção espiritual, se efetivamente confesso a cada quinze dias. Vejo aí mais uma graça da confissão frequente: minha consciência ficou mais sensível, mais alerta às minhas imperfeições e consigo ver mais claramente todas as ofensas, mesmo que pequenas, que faço a Deus no meu dia a dia.

Assim, devemos nos confessar não porque é uma obrigação imposta pela Igreja, mas porque na confissão recebemos inúmeras graças para vivermos uma vida mais plena e mais feliz. É Jesus quem está ali no confessionário esperando por você, para derramar sobre você todas essas graças, para curar as feridas do teu coração e capacitar você para amar melhor e viver melhor. E nesse mundo tão atribulado em que vivemos, não há nada mais necessário do que viver com equilíbrio e é justamente isso que a confissão regular nos proporciona. Faça essa experiência!


photo credit: Frank Jakobi <a href="http://www.flickr.com/photos/21187029@N06/20659292951">Waiting for Clients</a> via <a href="http://photopin.com">photopin</a> <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nd/2.0/">(license)</a>

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

EXAME DE CONSCIÊNCIA PARA USUÁRIOS DA MÍDIA SOCIAL

O post de hoje é uma contribuição de Erika Marie, que também escreve para o blog CatholicMom.com. Você pode ver a matéria original em http://catholicmom.com/2014/10/20/examination-of-conscience-for-social-media-users/
A mídia social se tornou uma grande ferramenta de comunicação e compartilhamento de ideias. Entretanto, como qualquer outra coisa, se for usada de maneira inapropriada, pode facilmente se tornar um vício e destruir seu relacionamento com Deus e com seus amigos e família.
É importante usar a mídia social com boas intenções e estar atentos a que precisamos evitar para não cair em pecado ou levar outros a pecar através de nossas interações na mídia social.
Usando o Guia de Exame de Consciência para a Confissão dos Pecados de S. Carlos Borromeu (Guide for Examination of Conscience for Confession of Sins by St. Charles Borromeo Catholic Church) como um exemplo, aqui está um simples
Exame de Consciência para Usuários da Mídia Social

Você pode utilizar esse guia para mantê-lo na linha quando usar a mídia social ou corrigir a si mesmo quando necessário e voltar ao caminho que você se afastou.
Primeiro Mandamento: Eu sou o Senhor seu Deus. Não tenha outros deuses diante de mim. (Ex 20, 2-3)
1. Quando eu acordo pela manhã, meu primeiro pensamento é agradecer a Deus por mais um dia ou eu imediatamente penso em checar as novas atualizações em minhas contas nas mídias sociais e emails?
2. Durante os momentos mais quietos do meu dia, eu me volto para Deus em uma oração em silêncio ou eu pego meu telefone e procuro por qualquer coisa interessante em meus feeds de notícia pensando que eu sempre posso rezar depois?
3. Eu confio na oração para ouvir a voz de Deus que guia minha vida ou eu me volto desesperadamente para a mídia social esperando que Ele de alguma forma soletre Sua Vontade para mim no próximo post do blog, tweet ou atualização do status no Facebook?

Segundo Mandamento: Não pronuncie o nome de Deus em vão. (Ex. 20,7)
1. Eu uso o nome de Deus casualmente ou desrespeitosamente em conversas online?
2. Eu uso linguagem vulgar desnecessariamente ou de uma forma depreciativa sobre Deus ou sobre os outros?
3. Eu louvo e agradeço a Deus por todas as bênçãos em minha vida ou eu uso a mídia social para reclamar e me zangar sobre tudo que Deus não fez por mim?

Terceiro Mandamento: Lembre-se do dia de sábado, para santificá-lo. (Ex 20,8)
1. No domingo, eu foco em me preparar e a preparar a minha família para celebrar o Dia do Senhor ou, ao invés, eu passo tempo desnecessário online?
2. Enquanto estou na missa, eu estou ouvindo, participando e permitindo que Deus me aprofunde no Mistério Pascal ou eu penso somente no meu próximo post do blog, atualização de status no Facebook ou como vou aumentar meus seguidores no Twitter?
3. Eu usei a mídia social em meu celular durante a celebração da Eucaristia?

Quarto Mandamento: "Honre seu pai e sua mãe". (Ex 20,12)
1. Eu uso minhas interações online para difamar, desrespeitar ou desonrar algum membro da minha família, incluindo meu cônjuge e filhos?
2. Eu uso a mídia social para trazer honra a Jesus e seus ensinamentos e as tradições passadas a nós através do ministério de Sua Igreja?
3. Quando estou com minha família, eu estou inteiramente presente ou eu fico distraído ao usar a mídia social ao invés de dar a eles minha atenção completa?

Quinto Mandamento: "Não matarás." (Ex 20,13)
1. Eu encorajo, incito ou exalto a violência através de minhas conversas online?
2. Eu uso a mídia social para "matar" a reputação, honra ou dignidade dos outros ao espalhar fofocas ou postar ou  compartilhar comentários insultuosos ou de gozação, incluindo celebridades, políticos ou outras figuras públicas?
3. Eu uso a mídia social para construir relacionamentos ou para matá-los ao falhar em considerar os sentimentos e pensamentos de outros antes de postar, compartilhar ou fazer um comentário público num post?

Sexto e Nono Mandamentos: "Não cometerás adultério." (Ex 20,14) "Não cobice a mulher do próximo." (Ex 20,17)
1. Eu comparo negativamente ou reclamo sobre meu cônjuge publicamente ou privativamente em conversas online?
2. Quando leio sobre os esposos de meus amigos eu desejo que meu esposo ou esposa fosse mais como eles?
3. Eu sinto inveja ou ciúme quando olho fotos que meus amigos compartilharam sobre eles mesmos, seus amigos, seus esposo(a), seus filhos ou família?

Sétimo e Décimo Mandamentos: "Não roubarás." (Ex 20,15). "Não cobiçar as coisas alheias." (Ex 20,17)
1. Eu respeito as leis de direitos autorais dos trabalhos publicados por outros e incluo as fontes quando necessário e disponível ou eu usei as imagens, palavras e ideias de outros como minhas próprias?
2. Eu vejo as imagens ou escritos dos outros e quero para mim mesmo?
3. Eu sinto inveja quando meus amigos compartilham fotos e atualizações sobre suas compras recentes ou posses, seus triunfos, alegrias e realizações ao invés de expressar uma alegria genuína e agradecer por eles?

Oitavo Mandamento: "Não apresente testemunho falso contra o seu próximo." (Ex 20,16)
1. Eu usei a mídia social para mentir sobre a minha identidade ou apresentei uma falsa representação de quem eu realmente sou?
2. Eu deturpo, tiro do contexto, inflo ou de outra forma interpreto equivocadamente as palavras ou informações dos outros através da mídia social para o meu próprio benefício ou reconhecimento?
3. Eu falhei em respeitar a privacidade dos outros ao compartilhar informações que não eram minhas para compartilhar ou ao compartilhar fotos deles online sem sua permissão?

Outros Pecados:
Eu uso a mídia social para destruir amizades, buscar vingança ou fazer a mim mesmo parecer melhor do que os outros?
Se eu usei a mídia social de uma maneira que agride outros, eu humildemente reconheci isto, procurei seu perdão depois de uma desculpa sincera e tentei meu melhor para emendar o uso da mídia social?

Como você se policia quando usa a mídia social?