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sexta-feira, 28 de março de 2025

SATANÁS TEM UM PLANO PARA A SUA VIDA

 



As pessoas, em geral, não gostam de pensar no demônio e muito menos falar dele. Para muitas, inclusive, ele não existe... Essa é uma grande arma a favor do demônio: quem não acredita em sua existência está muito mais vulnerável para receber sua influência. Porém, quem é cristão sabe muito bem, pelas palavras do próprio Jesus, que o demônio é real e como diz S. Pedro: “anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar.” (1Ped 5,8)

Pensar no demônio não deve nos trazer medo, como vemos em alguns filmes de terror, mas deve nos deixar muito alertas. Nossa realidade é um grande campo de batalha entre o Bem e o Mal. Deus já venceu essa batalha, mas nós, seres humanos, é que estamos sendo disputados para saber qual lado vamos escolher para passar a eternidade.

O livre arbítrio nos foi dado para termos a capacidade de amar. Quem não é livre, não pode amar, mas essa mesma liberdade pode ser usada para escolher o mal, e assim, escolher o lado do inimigo do Amor. O plano de amor de Deus para cada um de nós é que um dia, estejamos com Ele, na felicidade eterna no Céu. E Satanás, por ser um anjo dotado de uma inteligência aguçadíssima, também tem um plano para cada um de nós, que é fazer que escolhamos passar a eternidade com ele, sofrendo e odiando no inferno.

Poder de Satanás

O poder de Satanás é limitado ao que Deus permita que ele faça. E Deus só permite a ação dele, para que nós possamos provar nosso amor e assim, escolher o Céu. Jesus, por sua paixão e morte na cruz, abriu o Céu para nós. Ele já nos libertou da escravidão do pecado, mas nós precisamos aderir a esse plano de Deus, escolher fazer a sua amorosa vontade para nossa vida.

A ação ordinária de Satanás e seus demônios é através da tentação. Ele nos influencia a escolhermos o pecado. O pecado é uma recusa em amar, pois escolhemos um prazer ou uma vantagem material em detrimento dos planos de amor que o Pai tem para nós. É escolher o egoísmo, que é o oposto do amor. Ao pecar, dizemos sim ao demônio e um não a Deus.

Deus, ao nos dar os 10 mandamentos, está pensando apenas no nosso bem, em nossa salvação. Ao escolhermos ir contra esses mandamentos, estamos fazendo um mal para nós mesmos, tanto para a nossa vida aqui na terra, como especialmente para a nossa vida eterna, que será nos horrores do inferno.

Combater as tentações

A primeira coisa que precisamos ter certeza é que nenhum de nós é tentando acima de suas capacidades de resistir a essa tentação. Satanás é como um sniper que fica observando qual é o melhor momento e a melhor forma de atirar uma tentação. Mas sempre temos a capacidade de resistir a esse tiro.

Para combater as tentações, primeiro precisamos estar conscientes delas, então devemos pedir a Deus, na oração, para nos mostrar onde o demônio está entrando em minha vida, qual brecha posso estar dando para que ele influencie as minhas ações, caindo na armadilha de suas tentações.

Quaresma: tempo propício para combater as tentações

O tempo quaresmal é um período propício que a Igreja nos convida a combatermos mais fortemente o pecado e as tentações. Somos lembrados que Jesus também foi tentado no deserto e nos ensinou como lutar contra as tentações especialmente as do ter, do prazer e do poder

As práticas quaresmais que nos incentivam a intensificar o jejum, a esmola e a oração devem nos fortalecer no combate especialmente contra essas três tentações. O jejum nos ajuda a dominar nossos instintos e dessa forma nos fortalece contra a tentação da busca do prazer. A esmola nos ajuda no desprendimento dos bens materiais, pois damos a quem não pode nos retribuir. E nos ajuda contra a tentação do ter. E a oração nos ajuda a reconhecermos que somos criaturas, que todo o poder é de Deus, nos ajudando contra a tentação do orgulho e do desejar o poder.

Assim, não desperdice mais essa oportunidade que o Pai lhe dá para crescer no amor e vencer todo egoísmo. Aproveite esse tempo de Quaresma para lutar mais seriamente contra aquela tentação que te afasta do caminho que vai te levar ao Céu. Nas dificuldades, nas quedas, levante e recomece. “A esperança não nos decepciona” (Rm 5,5). Jesus venceu a morte e nos ajuda a frustrar o plano que satanás tem para a nossa vida.


 Foto de Marek Piwnicki na Unsplash

segunda-feira, 16 de outubro de 2023

ONDE SUA RAIZ ESTÁ PLANTADA?

 



A função da raiz numa planta é fixá-la no solo e absorver água e outros nutrientes, sendo essencial para a vida da planta. A raiz fica normalmente escondida embaixo da terra e quanto maior é a árvore, mais profunda está sua raiz.

O ser humano também cultiva sua raiz, não de forma biológica como as plantas, mas de forma espiritual, emocional, intelectual. Nós também precisamos de nossas raízes para nos estabelecermos na vida e nos abastecermos para enfrentarmos as diferentes dificuldades que a vida nos traz. Então a questão é: onde a sua raiz está plantada? Onde está o alicerce da sua vida, o local de onde você retira os nutrientes para sustentar seu espírito e produzir fruto?

O primeiro local onde começamos a crescer nossas raízes é no seio de nossa família. O amor e o cuidado que recebemos durante os anos de infância estimula o crescimento e o fortalecimento de nossa vida espiritual e emocional. Se tivemos algum tipo de trauma ou negligência nesses primeiros anos de nossa vida, nossas raízes já ficam prejudicadas. Mas sempre é possível replantá-las num lugar onde possam crescer e nos ajudar a dar fruto.

Nos anos da adolescência, onde começamos a refletir sobre quem somos e o que queremos ser, ficamos desorientados e corremos o risco de fixarmos nossas raízes em solo pedregoso, aquele da busca do prazer e da satisfação imediata. Quem tem raiz em solo desse tipo, não suporta a menor adversidade: o sol forte pode queimar e um vento mais forte pode arrancar.

O único solo onde estaremos verdadeiramente seguros e de onde podemos extrair os nutrientes necessários para termos uma vida emocional e espiritual saudável e fecunda é o amor de Deus. Saber que somos infinitamente amados, que fomos desejados, que temos uma missão para cumprir, que devemos dar frutos de amor, de justiça, de paz, de misericórdia. Isso tudo se torna verdade quando nossas raízes estão fixadas no amor infinito do Pai.

Mas como transplantar nossas raízes para esse solo fecundo? O primeiro passo é o querer, é o desejo de estar enraizado em Deus. Depois precisamos nos livrar de todo pecado grave, através do sacramento da Reconciliação. Lutar para permanecer em estado de graça, mas se cair, levantar-se e correr para os braços misericordiosos do Pai que nos espera no confessionário. Fortalecer esse desejo de estar no Pai através da eucaristia, o mais frequente que pudermos. Quanto mais recebermos Jesus que está realmente presente na sagrada Eucaristia, mais nos enraizaremos no amor do Pai.

E por fim, a oração, o contato direto do nosso coração com o coração do Pai. Rezar é conversar com Deus, da mesma forma que conversamos com quem amamos. Com simplicidade, com intimidade, com reverência e profunda gratidão. Deus é uma pessoa que está constantemente tentando entrar em contato conosco, através das coisas, da natureza, das pessoas e dos acontecimentos diários de nossa vida. Se pararmos para prestar atenção, é possível perceber esses sinais e responder esse chamado de amor com nossa oração.

Peçamos ao nosso anjo da guarda, a criatura que mais nos ama nesse mundo, com amor totalmente incondicional que só quer a nossa salvação, que nos ajude a aprofundarmos nossas raízes no amor do Pai, para que cresçamos fortes e produzamos abundantes frutos. 


Foto de Jeremy Bishop na Unsplash

quinta-feira, 31 de março de 2022

JESUS ME PREGOU UMA PEÇA


 

Um testemunho e convite a fazer adoração ao Santíssimo Sacramento

Na época da minha juventude, acreditava que a adoração eucarística era feita somente pelas freiras, aquelas que viviam na clausura. Eu frequentava o Santuário de Schoenstatt e rezava ali com Jesus no Sacrário, falava com a Mãe de Deus, mas não entendia aquela oração como verdadeira adoração.

Os anos foram passando e comecei a entender um pouco da importância da adoração. Ganhei uma oração chamada “15 minutos diante do Santíssimo Sacramento” (desconheço a autoria) e passei a tentar, pelo menos uma vez por mês, ficar diante do Santíssimo, fazer essa oração e um pouco de meditação.

Passaram vários anos e muitas vezes não cumpri esse propósito de fazer a adoração mensalmente. Mas parece que Jesus continuava me chamando. Em 2018 ganhei um livro chamado “Flores da Eucaristia”, de S. Pedro Julião Eymard, contendo meditações para cada dia do ano, falando sobre o Santíssimo Sacramento.

Necessidade de adoração

Ao ler essas palavras, entendi melhor a necessidade de adoração:

“Adorar é partilhar a vida de Maria sobre a Terra quando adorava o Verbo Encarnado em seu próprio seio virginal, e quando O adorava no presépio, na Cruz, na Divina Eucaristia. Adorar é partilhar a vida das grandes almas, cuja felicidade nesse mundo consistia em permanecer aos pés do Tabernáculo para adorar o Deus aí oculto e render-Lhe toda glória, todo amor de que eram capazes (...) Adorar é partilhar a vida dos Santos do Céu, onde eternamente louvam e bendizem o amor, a bondade, o poder, a glória, a divindade do Cordeiro imolado pela salvação dos homens e pela maior glória de Deus seu Pai. Que felicidade começar na Terra o que faremos por toda eternidade aos pés do trono de Deus! Que ventura fazer parte da coorte eucarística de Jesus Cristo neste mundo, conviver com sua Adorável Pessoa, constituir-Lhe uma guarda de honra, viver desde já uma vida celeste! Adorar é o ato soberano da virtude de religião, e que, por si só, substitui os outros todos, porque possui o valor de todos, e de todos é o fim.” (meditação do dia 10 de setembro)

Então, comecei a tentar fazer adoração uma vez por semana, por uma hora. Ficou claro para mim que se meu desejo é passar a eternidade com Jesus no Céu, tem lógica eu passar um tempo com ele diante do Sacrário. Ouvi dizer também que essa hora é entendida como aquela hora no Horto das Oliveiras, onde os apóstolos dormiram e não conseguiram rezar com Jesus. Então, fazemos esse tempo de adoração nos colocando junto a Jesus em seu momento de agonia. No começo, exigia um certo sacrifício para cumprir esse propósito, mas depois, era uma hora que eu ansiava por ficar junto a Jesus, que está prisioneiro no Sacrário.

Visitas diárias a Jesus Sacramentado

Bom, passado mais um tempo em que a adoração semanal se tornou para mim uma agradável prática, senti o chamado a todos os dias passar alguns minutos diante do sacrário. Como tenho o privilégio de morar a poucas quadras da minha paróquia, era fácil passar todos os dias lá e falar um “oi” pra Jesus. Era só isso mesmo: entrava na Igreja, ia até o Sacrário, ajoelhava, falava “oi”, as vezes rezava alguma coisa e logo ia embora. Não durava nem 5 minutos. Apenas uma vez por semana que passava a hora toda com Jesus.

Com todos os compromissos que tinha, marido, casa, filhos, apostolado, para mim já estava no limite, afinal, não era uma freira enclausurada, simplesmente era impossível passar mais tempo com Jesus eucarístico. Nessa época também já participava das missas diárias, então, no meu ponto de vista, já era o suficiente.

E aí veio a pandemia... Quanta saudade eu senti de poder fazer adoração e de receber a santa eucaristia! Por graça de Deus, alguns sacerdotes piedosos as vezes expunham o Santíssimo Sacramento em algum local e eu podia fazer um pouco de adoração. Tivemos também a graça de poder participar de algumas missas dominicais nesse tempo tão difícil do fechamento das igrejas.

Jesus me pregou uma peça!

Em julho de 2020, uma amiga me falou que em uma paróquia perto da minha casa, Jesus Eucarístico estava exposto durante todo o dia e todos os dias da semana e ela estava organizando uma escala para Jesus não ficar nenhum momento sozinho. Claro que aceitei fazer parte dessa equipe de adoradores e passei a ir todos os dias na igreja passar uma hora com meu Senhor e Salvador.

Passados dois meses, o pároco decidiu voltar Jesus para o sacrário, então não seria mais necessária nossa equipe de adoradores. Foi então que percebi que Jesus havia me pregado uma peça! Depois de todo esse tempo indo todos os dias, inclusive nos fins de semana, passar essa hora juntos, como que agora eu poderia falar que não era possível? Que não dava certo? Que não tinha tempo?

Além disso, vi que minha intimidade com Jesus havia crescido muito nesse tempo, então, não tive como parar. Atualmente só nos fins de semana que não faço a hora toda, para não tirar muito tempo do convívio familiar, mas sigo firme visitando Jesus todos os dias.

Assim, convido a todos a fazer essa experiência de passar um pouco de tempo com Jesus diante do Sacrário. Sei bem que cada um tem a sua realidade, seus compromissos, mas vale a pena fazer um pouco de esforço para ficar com Jesus. E se os seus horários são incompatíveis com os horários em que a igreja está aberta, é possível também fazer uma adoração espiritual. Existem lugares em que o Santíssimo fica exposto 24h por dia e há transmissão por Youtube (esse aqui é na Polônia https://www.youtube.com/watch?v=QVpT2mBq5Zk). Você pode visitar espiritualmente esse sacrário e fazer seu momento de adoração.

Encerro com mais algumas palavras de S. Pedro Julião Eymard:

“Admirai os sacrifícios que Jesus se impõe a Si mesmo em seu estado sacramental: oculta sua glória divina e corporal a fim de não vos amedrontar e ofuscar – oculta sua majestade para que não temais vos acercar dEle e Lhe falar como um amigo a seu amigo – retém o seu poder a fim de não vos atemorizar ou vos punir – não vos mostra a perfeição de suas virtudes para não desanimar vossa fraqueza – modera mesmo o ardor de seu Coração e de seu amor para convosco, visto que não lhe poderíeis suportar a força e a ternura – deixa-vos entrever tão somente a sua bondade que transluz e se escapa através das santas espécies como os raios do sol por entre a nuvem diáfana. Oh! Quanto Jesus Sacramentado é bom! Está disposto a vos receber a toda hora do dia e da noite, pois seu amor não conhece repouso, está sempre cheio de doçura para convosco. Esquece os vossos pecados, as vossas imperfeições, quando ides visitá-Lo, e vos fala somente de sua alegria, de sua ternura, de seu amor. Ao receber-vos, dar-se-ia que tem necessidade de vós para ser feliz.” (meditação do dia 23 de setembro)

 

Photo by Łukasz Dańczak on Unsplash

sexta-feira, 5 de junho de 2020

PREPARAR OS FILHOS PARA O MARTÍRIO


Eu sempre me impressionei com a história da mãe e de seus sete filhos narrada em 2 Macabeus, capítulo 7. O relato bíblico nos conta que, para não ceder à pressão do rei e comer carne de porco que era proibida para os judeus, a mãe viu cada um de seus filhos serem torturados e mortos, sendo por fim, martirizada também. Um dos trechos que me chama a atenção é o seguinte:

“Ela, vendo morrer seus sete filhos num só dia, suportou tudo corajosamente, esperando no Senhor. Ela encorajava cada um dos filhos, na língua de seus antepassados. Com atitude nobre, e animando sua ternura feminina com força viril, assim falava com os filhos: ‘Não sei como vocês apareceram em meu ventre. Não fui eu que dei a vocês o espírito e a vida, nem fui eu que dei forma aos membros de cada um de vocês. Foi o Criador do mundo, que modela a humanidade e determina a origem de tudo. Ele, na sua misericórdia, lhes devolverá o espírito e a vida, se vocês agora se sacrificarem pelas leis dele.’” (2Mc 7, 20-23)

Que fé extraordinária possui essa santa mulher! Sabemos que o instinto materno tende a proteger os filhos de todo o sofrimento, mas ela, pensando no bem maior, na felicidade eterna de seus filhos, os encorajou ao martírio!

Isso me faz pensar até que ponto eu, como mãe, estou preparando meus filhos para um eventual martírio. Não falo aqui necessariamente de um martírio sangrento, de dar a vida pela fé em Jesus Cristo (apesar que, nos tempos difíceis e extraordinários em que vivemos, essa não é uma hipótese tão absurda). Mas talvez de um martírio da própria reputação, um martírio de ser considerado fundamentalista, radical, louco... Até que ponto meus filhos (e nós também, como pais) estão dispostos a abrir mão de ter a tranquilidade e paz daqueles que seguem os ensinamentos do mundo para viver a radicalidade exigida no seguimento de Jesus?

Essa entrega total só é possível se temos uma fé sólida no amor infinito que Deus Pai tem por cada um de nós e de que a felicidade completa só teremos quando chegamos no Céu. Para isso precisamos basicamente de duas coisas: oração incessante pedindo o dom da fé (“eu creio, Senhor, mas aumentai a minha fé”) e o aprofundamento na vida e nos ensinamentos de Jesus. Só podemos amar quem conhecemos. Só nos sentiremos amados se meditarmos e enxergarmos o que Jesus fez por nós, fez por mim, ao se entregar livremente para ser torturado e morto na cruz.

Assim é importante, desde que os filhos são pequenos, a mostrar para eles como são amados por Deus, como são preciosos aos olhos de Deus, o quanto Jesus sofreu para que eles pudessem estar, um dia, no Céu. Conforme eles vão crescendo, devemos estimular que tenham também um relacionamento pessoal e íntimo com o Senhor, através da oração pessoal e frequência aos sacramentos, afinal, Deus não tem netos, só filhos...

Devemos também estudar a doutrina da Igreja, as razões da nossa fé, o porquê defendemos determinada causa ou somos contra outras. Nossa inteligência precisa ser iluminada pela luz natural da razão e pela luz sobrenatural da graça. As duas coisas andam juntas. Nossa fé tem fundamento racional, na inteligência, não é apenas um “sentimento”. Sem alimentarmos esse lado racional da nossa fé, na hora da tentação, na hora que precisamos justificá-la ou tomar um posicionamento mais firme, podemos fraquejar. “A fé e a razão constituem como que as duas asas pelas quais o espírito humano se eleva à contemplação da verdade”, nos ensina o S. João Paulo II. Todo esse estudo deve ter como objetivo sempre a busca da Verdade, que é o próprio Jesus Cristo. “Conhecerão a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8,32).

Desta forma, com uma vida de oração e de busca da verdade, com a força e as graças que recebemos através dos sacramentos, especialmente da Confissão e da Eucaristia, nós e nossos filhos estaremos preparados para enfrentarmos as dificuldades que o mundo nos apresenta e até o martírio, se assim estiver nos planos amorosos do Pai.



photo credit: babasteve <a href="http://www.flickr.com/photos/64749744@N00/25941203631">Easter Week No. 5</a> via <a href="http://photopin.com">photopin</a> <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/">(license)</a>